Rubrica : Portugal
O abaixo-assinado com mais de quatro mil assinaturas será entregue por uma delegação do movimento ao vice-presidente da AR, Ferro Rodrigues.
Além disso, os representantes da comunidade portuguesa local reunir-se-ão com vários grupos parlamentares e com deputados eleitos pela emigração, refere-se ainda no comunicado que o "Osnabrück Não desiste" enviou.
Está também prevista uma reunião em Lisboa com José Luis Fernandes, assessor do Presidente da República.
O movimento criado depois de o Governo ter anunciado o fecho do posto consular que servia cerca de 23 mil utentes, numa área geográfica com o tamanho de cerca de dois terços de Portugal continental, alega que a decisão não irá permitir redução de despesas, e afeta os interesses da comunidade, que passará a ser atendida nos consulados-gerais de Dusseldorf ou Hamburgo, ou através de presenças consulares.
Advertem ainda que o encerramento do posto consular vai levar autarquias alemãs a suspender o pagamento de professores de Português, "deixando centenas de crianças sem aulas".
Apelam, por isso, ao ministro dos negócios Estrangeiros, Paulo Portas, para reavaliar a decisão do Governo, e garantem, simultaneamente, que o fecho do vice-consulado de Osnabrück não se enquadra nos critérios definidos pelo próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros para encerrar representações diplomáticas.
"Entendemos que se está a cometer um erro enorme que prejudica a comunidade portuguesa e o Estado português".
No comunicado, o "Osnabrück Não Desiste" renova críticas a Paulo Portas e ao secretário de Estado das comunidades, José Cesário, por não se terem deslocado ainda à área consular de Osnabrück a fim de "encontrar soluções viáveis para todas as partes".
O vice-consulado encerrou, entretanto, na sexta-feira passada, transferindo as suas competências para Dusseldorf, mas mantém-se em funcionamento até finais de fevereiro, para entregar documentação requerida anteriormente pelos utentes.
ler o artigo
ler o artigo
ler o artigo





News352.lu no Facebook






