Rubrica : Emprego / Dinheiro
Elaborado por universidades gregas, suíças e israelitas, o estudo baseou as suas conclusões num modelo normalmente usado para analisar a propagação de doenças.
Antonios Garas da Universidade Thessaloniki, na Grécia, disse que as crises económicas e as doenças se propagam de forma semelhantes já que ambas possuem redes onde se pode identificar um núcleo e as áreas mais prováveis de serem atingidas por esse núcleo.
Deste modo, os investigadores chegaram a um 'potencial de propagação da crise' baseado na centralidade. “A crise começa num país e propaga-se para outros. A probabilidade da propagação depende da força dos laços económicos com os outros países”, explica Garas.
Assim, a força de um país não depende do seu tamanho nem apenas do tamanho da sua economia interna, mas sim dos laços e das trocas económicas que tem com os outros países, razão pela qual o Luxemburgo foi incluído no grupo dos mais “perigosos”.
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